CartasCartas dos leitores
Como escrever para a Revista Nação e ver sua carta publicada
A Redação explica como enviar sua carta pela página de contato, o que publicamos, o tamanho ideal e por que discordar da revista é bem-vindo.
Cartas de leitores expressam a opinião de seus autores. A redação seleciona e edita os textos para caber no espaço, sem alterar o sentido.

A Revista Nação tem sete seções, e uma delas pertence ao leitor. Em Cartas dos leitores, publicamos a sua palavra sobre o que sai nas outras seis: colunas, editoriais, debates, ensaios, tribunas e resenhas. Este texto explica, passo a passo, como participar.
A revista nasceu em 2026 como uma casa de opinião independente. Tudo o que publicamos é assinado e identificado como opinião. A carta do leitor segue a mesma regra: tem nome, tem lugar e tem argumento.
Como enviar
O caminho é a nossa página de contato. Ali você encontra o canal para mandar a sua carta à Redação, que lê todas as mensagens recebidas.
Para facilitar o nosso trabalho, recomendamos alguns cuidados. Diga logo no início a qual texto você se refere, com o título e a data. Trate de um assunto por carta. E escreva como se falasse com um vizinho que pensa diferente: com clareza e respeito.
Tamanho e identificação
Cartas curtas têm mais chance de publicação. Recomendamos textos de até 200 palavras, o suficiente para um argumento bem feito. Cartas mais longas podem ser publicadas, mas provavelmente serão resumidas.
Toda carta deve trazer o nome completo e a cidade de quem escreve. Não publicamos cartas anônimas nem assinadas com apelido. A Constituição garante, no artigo 5º, a livre manifestação do pensamento, mas veda o anonimato. Quem argumenta em público assume o que diz.
Como editamos
As cartas são selecionadas e editadas pela Redação para caber no espaço, sem alterar o sentido. Esse é o nosso compromisso, registrado na página da Redação. Podemos cortar repetições, corrigir erros de digitação e encurtar frases. Não acrescentamos ideias nem trocamos a opinião de ninguém.
Quando cabe, a Redação responde logo abaixo da carta. Isso acontece, por exemplo, quando o leitor aponta um fato que merece esclarecimento. Se você encontrou um erro de informação num texto nosso, há um caminho próprio: a página de correções.
O direito de discordar
A Revista Nação tem posições claras nos seus editoriais. Nem por isso queremos ouvir só quem concorda conosco. A carta que contesta um editorial, com bons argumentos, tem o mesmo valor que a carta que o elogia.
Há limites, e eles valem para todos, como valem para nós os princípios editoriais. Não publicamos ofensas pessoais, acusações sem prova nem textos que incitem violência ou discriminação. Discordar é bem-vindo; desqualificar pessoas, não.
O que diz a Revista Nação: Segundo a página da Redação, “as cartas dos leitores são selecionadas e editadas pela Redação para caber no espaço, sem alterar o sentido”. A descrição da seção resume o compromisso: “a palavra do leitor”, com resposta quando cabe.
Uma revista de opinião só melhora quando é contestada. Cada carta enviada nos obriga a rever argumentos e, às vezes, a mudar de ideia. Por isso, escreva. A sua carta pode ser a próxima a abrir o debate nesta seção.


